
Sou da opinião que um usuário comum de internet, não-jornalista, pode perfeitamente fazer as funções de um repórter, isto é, captar uma informação, checá-la, registrar depoimentos e imagens, e torná-la pública através das ferramentas que compõe a Web 2.0. No entanto, isso corresponte ao factual e ao opinativo, e o jornalista deve ir além do factual e do opinativo. Informação e opinião há por aí em excesso, e tudo se perde no infinito espaço da rede.
Acho que cabe a nós o conhecimento mais aprofundado das ferramentas de que dispomos (capacidade de gerenciar a informação do público e de produzir conteúdo de qualidade e credibilidade) para podermos gerar outros produtos que também são informação, mas, nesse caso, informação elaborada, pensada e planejada. São conteúdos diferentes o produzido pelo leitor-repórter e o produzido por nós, jornalistas. Somos nós quem damos a credibilidade à informação. Acho que o "mundo ideal" seria se ambos pudessem coexistir em equilíbrio, ou seja, houvesse sempre um internauta comum disposto a produzir conteúdo, e um jornalista disposto a interagir com este conteúdo gerando algo novo.
Acho que cabe a nós o conhecimento mais aprofundado das ferramentas de que dispomos (capacidade de gerenciar a informação do público e de produzir conteúdo de qualidade e credibilidade) para podermos gerar outros produtos que também são informação, mas, nesse caso, informação elaborada, pensada e planejada. São conteúdos diferentes o produzido pelo leitor-repórter e o produzido por nós, jornalistas. Somos nós quem damos a credibilidade à informação. Acho que o "mundo ideal" seria se ambos pudessem coexistir em equilíbrio, ou seja, houvesse sempre um internauta comum disposto a produzir conteúdo, e um jornalista disposto a interagir com este conteúdo gerando algo novo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário